Curioso este título, não? O que tem a ver o aplauso com as instituições espíritas? Será que teremos que aplaudir os palestrantes (após suas exposições) ou os médiuns (após alguma atividade)? Nada disso! Não se trata do “elogio à vaidade”, nem o “afago de egos”. Referimo-nos, isto sim, ao reconhecimento do público aos bons trabalhos de natureza artística que tenham como palco nossos centros. O quê? Não há apresentações artísticas e literárias, de natureza cultural espírita, na “sua” instituição? Que pena! Bem que eu já tinha visto preconceito em relação à arte espírita, com gente “torcendo o nariz”, olhando “atravessado”, ou fazendo “cara feia”... Muitas pessoas, infelizmente, ainda consideram o centro um “lugar sagrado”, onde predominam a sisudez, a contrição, o semblante fechado e o cumprimento de “obrigações”. Certos condicionamentos ou paradigmas, assim, criados por uns e alimentados por outros, sem análise e discussão, acabam virando “dogmas” no movimento espírita. Considerando-se ...