'Reengenharia no Movimento Espírita — 33 anos depois', por Ivan Franzolim
Mudamos muito desde 1993. Mas será que também mudamos a maneira de pensar nossas instituições? Publiquei um artigo intitulado 'A reengenharia no movimento espírita' . Naquela época, a palavra “reengenharia” estava em evidência no mundo empresarial. Michael Hammer e outros estudiosos da administração defendiam uma ideia aparentemente simples, mas bastante desafiadora: em vez de apenas aperfeiçoar aquilo que já fazemos, deveríamos ter coragem de perguntar se continuaríamos fazendo daquela maneira caso começássemos tudo novamente. Vieram as organizações que aprendem, gestão por processos, inovação, transformação digital, metodologias ágeis e, mais recentemente, inteligência artificial. Os nomes mudaram. A pergunta fundamental, entretanto, permanece: Se hoje tivéssemos de organizar uma instituição espírita a partir do zero, conhecendo tudo o que aprendemos nas últimas décadas, faríamos exatamente tudo igual? Provavelmente não. E talvez esteja aí uma reflexão importante para o movim...