Programa Livre Pensamento com Paulo Henrique de Figueiredo sobre a 5ª edição suíça de A Gênese
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Na nossa última postagem sobre o caso de A Gênese, na qual praticamente excluímos a expectativa de diferença de conteúdo entre a 5ª edição publicada em 1869 e a 5ª edição de 1872 (veja aqui), temos agora novas considerações feitas pelo pesquisador Paulo Henrique de Figueiredo a respeito deste achado (o exemplar da 5ª edição de 1869 descoberto pelo CSI do Espiritismo numa biblioteca suíça, como visto aqui). As explicações de PHF foram dadas no programa Livre Pensamento de ontem (segunda-feira, 9) da TV Mundo Maior, aliás, programa esse muito bem conduzido pelo apresentador Claudio Palermo, que levantou interessantes questões e ocasionou que PHF pudesse dar a sua versão do caso.
Acompanhe o vídeo do programa:
Breve, faremos alguns comentários sobre as explicações dadas. Por hora, deixemos nossos confrades refletirem um pouco mais sobre as considerações de Paulo Henrique de Figueiredo.
Em contra ponto às afirmações do Paulo à partir do minuto 17’06 “Jamais, também, faz um edição nova sem ser numerada sequencialmente...não se repete número............”, gostaríamos de dizer que ocorreram casos que contradizem tal afirmação. Podemos citar o caso da Nouvelle Edition (1861) de O Livro dos Espíritos que foi publicada entre a 4a. (1860) e 5a.(1861). Além desse, citamos o caso da Segunda Edição dos Livro dos Espíritos de 1860, que além de terem duas edições da Segunda Edição, possuem tamanhos diferentes e conteúdos diferentes. Adair Ribeiro
Recebemos de nosso confrade Carlos Luiz (diretor do Grupo Marcos e um dos colaboradores da nossa plataforma de estudos online PEADE ) mais uma excelente contribuição para nossas reflexões: um artigo interessantíssimo sobre um tema ainda um tanto controverso no meio espírita, mas cujos fundamentos são, infelizmente, muito negligenciados por grande parte de todos, inclusive pelos que palpitam entre uma versão e outra da polêmica, isto porque há os que ainda põem em dúvida a existência de um anjo protetor de uma nação , os que sequer pesquisaram sobre a identidade histórica de Ismael (dito o anjo guardião do Brasil) e sobre o contexto de sua apresentação como tal protetor. Diante de tudo isso, convidamos a todos a apreciarem o seguinte artigo: O Anjo Guardião do Brasil: Ismael e a missão dos espíritas por Carlos Luiz As aglomerações de indivíduos, como as sociedades, as cidades, as nações, têm seus Espíritos protetores especiais? “Sim, pois essas aglomerações são individualidades c...
A Equipe Luz Espírita deseja a todos uma excelente celebração de Natal, na expectativa que o aniversariante de honra — Jesus — seja bastante festejado, e que em cada coração brote cada vez mais a consciência da necessidade de nossa constante renovação espiritual no sentido de compreendermos melhor e executarmos com mais eficiência o mandamento cristão, que é a base do nosso curso evolutivo: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo" . Um Feliz Natal a todos!
Publicamos aqui, no mês passado, um interessante estudo denominado O Exercício Espiritual de Allan Kardec , da autoria do nosso confrade espírita Carlos Luís, a respeito de uma "técnica" que o codificador do Espiritismo usava para superar as adversidades que enfrentava na condução de sua missão espírita ( Veja aqui ). Daí, suscitou em alguns leitores uma dúvida comum: o pioneiro da nossa doutrina realmente sofreu muito nessa sua jornada de fundador da Doutrina dos Espíritos? E por essa brecha surgem outras questões adjacentes, por exemplo: Kardec é um Espírito superior? Espíritos superiores sofrem? Os grandes missionários não recebem proteção da espiritualidade? O sofrimento não é sinal de inferioridade? Vamos analisar isso melhor. Grau evolutivo de Kardec Não nos é possível definir o grau evolutivo de Allan Kardec — e talvez nem seja elegante de nossa parte especularmos isso, senão com um propósito positivo, qual seja, o de reconhecermos nele uma superioridade . Com base na...
Em sequência à série de matérias especiais relacionadas à marca de duas décadas da desencarnação do nosso inesquecível Chico Xavier ( ver aqui ), que nos deixa, então, "20 anos de saudade", relembramos aqui um episódio que marcou a biografia daquele ser querido e ainda pode ser apontado como o grande divisor de águas para a divulgação do Espiritismo no Brasil: falamos da célebre entrevista do médium ao programa Pinga-Fogo da extinta TV Tupi, realizada em 28 de julho de 1971. O mais temido programa O Pinga-Fogo do então canal 4 de São Paulo, antiga TV Tupi , era conhecido pelo temor que causava aos seus entrevistados, para o qual, por isso mesmo, nem todos os convidados à sabatina aceitavam o convite, pois a dinâmica do programa — como o próprio título sugere — era exatamente pôr seus entrevistados à prova do fogo, ou seja, submetê-los às questões mais delicadas e polêmicas concernentes à sua posição (política, social, artística, etc.). A propósito dess...
O escritor americano Dan Brown sacudiu o mundo literário em 2003 com o romance O Código Da Vinci , sendo aclamado pelos ateístas e antirreligiosos, por sua contribuição — involuntária ou não — ao movimento destes, em virtude de ele inspirar uma descrença generalizada em Jesus, na Bíblia, nas igrejas e, de uma forma em geral, em toda a espiritualidade. Todavia, em seu último lançamento, O Segredo Final (The Secret of Secrets] , o romancista dá uma guinada no foco central do enredo que novamente envolve seu célebre personagem, Robert Langdon (um professor de Harvard, especialista em simbologia e cético declarado): agora, a temática dominante é a imortalidade da alma , e, por conseguinte, uma total desmontagem do paradigma materialista. Enredo No enredo de O Segredo Final , o professor Robert Langdon, viaja para Praga (capital da República Tcheca) a fim de participar de uma palestra inovadora ministrada por Katherine Solomon — uma renomada cientis...
Em contra ponto às afirmações do Paulo à partir do minuto 17’06 “Jamais, também, faz um edição nova sem ser numerada sequencialmente...não se repete número............”, gostaríamos de dizer que ocorreram casos que contradizem tal afirmação.
ResponderExcluirPodemos citar o caso da Nouvelle Edition (1861) de O Livro dos Espíritos que foi publicada entre a 4a. (1860) e 5a.(1861).
Além desse, citamos o caso da Segunda Edição dos Livro dos Espíritos de 1860, que além de terem duas edições da Segunda Edição, possuem tamanhos diferentes e conteúdos diferentes.
Adair Ribeiro